Sentada embaixo de uma arvore, com calor sonolenta , deixando vento a levar minhas lembranças, vou em direção a fronteira..Ahhhh primeiro S.Luis depois Cerrilhada, distante recordação, de um caminhão Ford verde escuro, que nas madrugadas estreladas trazia farinha contrabandada do uruguai, saiasse da estrada
e entrava nos campos de certo fazendeiro e assim desviava-se da policia na epoca , tinha uma avenida de eucalipto no campo , onde os caminhões esperava a liberação do batedor , que acendia e apagava os faróis, pra depois de liberados seguir seu destino, as padarias que os aguardavam, para comprar farinha,
muita gente comprou casa e viveu muito bem, até hoje existe filhos e netos , dos mais conhecidos, é
amigos o contrabando é outro, remanejamento nas madrugadas, lembro de um armazem que tinha , as portas azuís , sei que o sobrenome era Pinto, a lembrança é tão forte que lembro do apartemento desse senhor, eu menina curiosa , e minha mãe não deixava eu perguntar nada..e nesse armazem é que os negócios se realizavam, mas digo-lhes tranquilamente , que é a zona mais calma pra se realizar negocios escusos, as vezes fazem algum barulho , não demonstrar que a coisa ta solta mesmo, converso comigo mesma, como pode ,as coisas acontecerem e eu ver, se tinha e tem tanta gente olhando? Aqui existe um pacto, se olhares
favor não enxergar e nem comentar, pode te fazer mal.....A sorte que adoro tomar chás digestivos..
Aqqui no RIo também é assim> Que vê e fala, se ferra!
ResponderExcluirBjs.
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